
O mundo pede-nos muito!!!
Travando a seiva que criamos e depositamos nos nossos corações,
Pronta a fluir pelos nossos corpos,
Dando-lhes a ebulição tão merecida e apetecida.
Nunca perdoarei ao orbe!!
Nuncaaaa !!!!!!!!!!
Esta dor da tua ausência,
Da saudade do que ainda não tivemos.
Sempre lhe atribuirei a excelsa culpa,
De me ter consagrado o amor da minha vida,
Numa Caixa de Pandora!
Abri-la-ei seguro do consumo instantâneo da minha alma,
Fogo que nos aquecerá pela eternidade.
Porque te sinto um pedaço de céu,
Quando flutuar no infinito azul,
Quero espreguiçar-me sob os pontos de luz,
Que reflectem o teu rosto,
Para que o sinta a envolver-me por inteiro.
Travando a seiva que criamos e depositamos nos nossos corações,
Pronta a fluir pelos nossos corpos,
Dando-lhes a ebulição tão merecida e apetecida.
Nunca perdoarei ao orbe!!
Nuncaaaa !!!!!!!!!!
Esta dor da tua ausência,
Da saudade do que ainda não tivemos.
Sempre lhe atribuirei a excelsa culpa,
De me ter consagrado o amor da minha vida,
Numa Caixa de Pandora!
Abri-la-ei seguro do consumo instantâneo da minha alma,
Fogo que nos aquecerá pela eternidade.
Porque te sinto um pedaço de céu,
Quando flutuar no infinito azul,
Quero espreguiçar-me sob os pontos de luz,
Que reflectem o teu rosto,
Para que o sinta a envolver-me por inteiro.
A minha voz toca-te onde as minhas mãos nunca chegarão,
O meu olhar desflora-te como nunca um falo o poderá fazer,
A tua respiração embala-me num prado verde.
Acordo numa cela sem grades,
Imobilizado,
Cristalizado,
Num sopro de amor.
Copyright © 2009 – Artur Moura Queirós
Foto de DDIARTE


